2015-06-07 ~ Game Releases

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10 de jun. de 2015

Quando a polêmica é muito mais interessante que o jogo



Atenção! Se você ainda não estiver familiarizado com a temática de Hatred, é bom já avisarmos: esse vídeo vai conter imagens de mortes sem qualquer motivo. Agora: seja bem-vindo a uma mente totalmente psicótica e perturbada. Você vai controlar um personagem que tem apenas um objetivo: morrer da maneira mais violenta possível levando o máximo de pessoas que puder para a cova com ele.

O foco nessa "missão" é tão intenso que os desenvolvedores do game nem se deram ao trabalho de nomear o protagonista. A ideia aqui é simplesmente se armar e matar; qualquer outra ação é considerada secundária ou inexistente.


Senta que lá vem história
Antes de falar sobre o jogo, vamos comentar sobre o que aconteceu antes do lançamento e por que ele se tornou um dos assuntos mais falados do final do ano passado.

O game ganhou popularidade por conta de pessoas que afirmavam que ele é uma banalização da violência. Assim, começou uma disputa intelectual entre aqueles que defendiam o lançamento e os que acreditavam que Hatred deveria ser banido, pois a única proposta do jogo era matar pessoas inocentes da forma mais brutal possível.

Porém, o polêmico game, anunciado pela Destructive Creations, enfrentou um infortúnio: a campanha junto ao Greenlight promovida pela desenvolvedora foi cancelada pela Valve; significando o banimento dele do Steam. O motivo? Violência gratuita, talvez.



Mas tudo acabou bem, já que a Valve voltou atrás e resolveu publicar Hatred novamente. O martelo foi batido pelo próprio chefão da companhia, Gabe Newell. Depois de muito "mimimi" e idas e vindas, o título foi finalmente lançado em 1º de junho deste ano.

Em nossa analise, vamos deixar de lado todas as polêmicas, questões éticas e banalização ou não da violência e avaliar Hatred como classificamos todos os títulos aqui no BJ: exclusivamente como um game. Dessa forma, deixamos vocês, jogadores, livres para ver o jogo com seus próprios olhos críticos e dar suas opiniões.



O enredo
Enredo? Que enredo? O máximo que veremos de história são pequenas cutscenes que mostram quão perturbado o sósia de Gabriel Belmont (de Castlevania) é. Em uma bela noite, ele resolve sair de sua casa armado até os dentes e começa disparar em tudo e todos que vê pela frente. Por que? Simples:por mera vontade de morrer e levar vários com ele.

O biruta perdeu completamente qualquer resquício de esperança no ser humano e considera nossa raça podre. Sendo assim, qual é melhor maneira (segundo ele) de resolver as coisas? Extermínio geral.



Tudo começa no que parece ser o porão da casa do protagonista. Lá, ele treina tiros e lançamento de granadas e tem suas ideias macabras. Ali ele também mantém um refém usuário de drogas que logo é usado pra "treinar" a habilidade de execução do jogador. Depois de passar pelo tutorial, uma cutscene mostra as intenções do personagem.


"Um Dia de Fúria" versão hardcore
Perto do dia que nosso protagonista vai enfrentar, o dia de fúria de Michael Douglas no filme é um passeio de pônei na quermesse da vila da alegria. Esqueça missões de entrega, resgatar princesas em castelos, salvar o mundo de invasores alienígenas. Aqui, você escolhe uma arma, seus alvos e pronto. Sem loot, grind, nenhum tipo de mudança de nível, upgrades para fazer... Nada.

Quanto à jogabilidade, Hatred ganha pontos. Sua visão isométrica e comandos simples tornam o game bem acessível. Todos os botões ficam ao alcance, e o jogador não verá dificuldades em executar todas as ações possíveis. Afinal, o protagonista não faz muito além de recarregar a munição, rolar, abaixar e jogar granadas. No teclado, use os famosos "W","A","S","D" para movimentar. Usando o mouse, controlamos a mira e atiramos.

É claro que contamos com algumas ações extras, como a tão famigerada execução brutal. Em alguns momentos, as pessoas cairão no chão e, ainda vivas, pedirão clemência ao personagem, e nessa hora é possível aproximar-se delas e com o botão "Q" e dar um tipo de "fatality". Ok, não é tão fantasioso quanto a finalização do Mortal Kombat, mas a ideia é parecida.



Fazendo isso, o personagem principal recupera sua barra de energia, que influencia o jogador a realizar esses atos frequentemente. Todavia, por mais que sair por aí atirando seja bem divertido, ter um porquê para fazer isso é sempre bom.

Mesmo que o motivo seja tão bobo quanto "só para passar de nível", Hatred não dá ao jogador aquele sentimento de recompensa. O personagem não vai ficar mais forte e não vai ter mais dinheiro. Ele simplesmente vai continuar sendo a mesma coisa. Isso causa um desgaste no jogo. Talvez exatamente por esse motivo ele não seja um game comprido: em pouco mais de três horas, é possível terminar a "história".

A única ação mais ou menos recompensadora é pegar um carro e arrebentar uma casa com ele. Você não ganhará nada com isso, mas é realmente é engraçado e divertido fazê-lo. Vamos sugerir à Rockstar implementar isso no próximo GTA?


Bonitinho, mas ordinário
Os pontos fortes do jogo são, com certeza, o visual e a sonoplastia. O estilão meio NOIR dá ao game uma atmosfera cativante. O trabalho gráfico é muito bem-feito, mostrando o capricho que os desenvolvedores tiveram com o título. O som segue o mesmo padrão de qualidade. Barulhos de explosões, tiros, sirenes, tudo contribui para deixar o game mais envolvente.

Obviamente você verá bugs sinistros durante a jogatina, como carros que rodopiam do nada, voam ou ficam de pé; pessoas que atravessam paredes, árvores e portas; além daqueles glitches normais que vemos por aí, mas nada que tire o mérito gráfico do game.

Contudo, mesmo o jogo sendo bonito esteticamente, os cenários são bem parecidos, e não há uma diferenciação tão grande entre uma "fase" e outra. Além do mais, o jogo conseguiu realizar um feito incrível: ser extremamente repetitivo e curto ao mesmo tempo.



Tudo é igual o tempo todo: matar, depois matar mais e, por fim, matar um pouco além. Ok, sabíamos que a proposta era essa desde quando Hatred foi anunciado, mas será que não poderíamos ver alguma interação diferente? Ou um número maior de armas disponíveis? Até mesmo o foco do jogo, as execuções brutais, é muito repetitivo.

Uma vez ou outra, surge algo mais interessante, como fazer dois trens se chocarem ou roubar um carro blindado equipado com uma metralhadora giratória. Contudo, são casos raríssimos, o que deixa aquela sensação de "poderia ter mais disso".



Vale a pena?
Hatred não vai agradar todo mundo, mesmo com o belo estilo gráfico e sons de primeira. Na verdade, vai agradar poucos. Como já dito antes, é um game que consegue ser curto e repetitivo ao mesmo tempo. Não existe uma grande variedade de armas para se divertir e a falta de um objetivo plausível deixa os jogadores sem motivação pra jogar. Traduzindo em palavras: a polêmica que o game criou foi mais interessante que o próprio jogo, que é simplesmente fraco.


Fonte: BJ

É oficial: Mirror’s Edge Catalyst será o nome do próximo game da franquia



Na última segunda-feira surgiu a informação de que a EA teria registrado na Europa um novo trademark: Mirror’s Edge Catalyst. Hoje, o game foi revelado oficialmente em uma carta aberta da produtora sênior da DICE, Sara Jansson.

Agora, o mais novo lançamento já conta até com website, onde foi publicada a carta da produtora. Na publicação, Sara deixa bem claro que Mirror’s Edge Catalyst não é uma sequência direta do jogo anterior.

“Temos uma visão que honra o primeiro game — que leva ao limite o movimento em primeira pessoa e mergulha profundamente na história por trás da nossa heroína Faith — mas que também vai trazer muitas coisas novas, um gameplay interessante e recursos para a experiência dos jogadores”, diz a carta.

Sobre as plataformas para as quais o jogo seria lançado, não há nada concreto, só um pequeno trecho da carta: “nós introduzimos Mirror’s Edge em uma nova geração”. Parece que para saber mais do jogo, teremos que esperar mais uma semaninha, já que a partir do dia 16 teremos a E3 2015, onde mais informações deverão ser reveladas.

Fonte: Mirrorsedge

 
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