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8 de mar. de 2014

Você nunca vai ficar sem fazer nada em Watch Dogs



Para acompanhar o hype ainda maior de Watch Dogs após o anúncio da data de lançamento oficial, Jonathan Morin, diretor criativo do título, soltou algumas informações importantes durante o livestream feito neste final de tarde pela Ubisoft.

Seguindo a linha das franquias de mundo aberto, como GTA e Saints Row, Aiden Pearce será capaz de colecionar carros – as opções de customização, porém, foram descartadas. No entanto, os veículos poderão ser adquiridos de formas bastante inusitadas como hackear a identidade de uma pessoa e fazer com que o veículo chegue até você. Em contrapartida, veículos voadores como aviões e helicópteros não vão aparecer em Watch Dogs.

Como já era de se esperar, o protagonista terá muitas roupas à sua disposição. Além disso, Pearce poderá desfrutar de jogos viciantes tipo poker e xadrez – pelo menos ele não vai conseguir hackeá-los.

Armas, roupas, carros e jogos viciantes

Outras atividades ainda são guardadas a sete chaves pela Ubisoft, mas devem ser divulgadas em breve. Já que um homem não vive apenas de roupas, carros e jogos viciantes, o protagonista vai ter acesso a um variado arsenal de armas que inclui desde armamentos automáticos até lança-granadas.

Com relação ao visual do jogo, os jornalistas que testaram a versão de PlayStation 4 gostaram muito. De acordo com Morin, eles estão trabalhando em polir o game para ajustar os mínimos detalhes e que o visual não será nenhum risco para a franquia. Depois que o jogo foi adiado, a equipe continuou trabalhando para aprimorar o gráfico.

Se tudo der certo, Watch Dogs deve chegar no dia 27 de maio para PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360 e PC. A data da versão para Wii U segue indefinida. A nossa contagem regressiva pelo jogo já começou, e a sua?

Fonte: BJ

Exclusivo: equipe de Watch Dogs conversa com o BJ e fala de cyberativismo









Franquias como Deus Ex, Syndicate, Fallout e tantas outras deram pitacos daquela velha corrente filosófica em que humanos e mecanismos automatizados coexistem, num ecossistema em que os ditos “hackers” exercem papéis-chave no controle de tais sistemas. Filmes como “Controle Absoluto”, “Matrix” e “Exterminador do Futuro” também abordam a temática com maestria. A obra “1984”, de George Orwell, também apresenta esse “controle” que pode dominar nossa rotina – é dali que vem o BB de “Big Brother”, que tudo e todos vigia.

Watch Dogs trouxe de volta esse ar conspiratório numa trama absolutamente “urbana” e ambientada na modernidade, em que os smartphones ultrapassam o número de habitantes no planeta e fomentam as cyberatividades. Não é segredo para ninguém que estamos numa era absolutamente digital, sistematizada, em que a automatização de quaisquer procedimentos se tornou uma prática absolutamente comum.

Será que a Skynet, de “Exterminador do Futuro”, está por aí, em algum lugar? Que questões podem ser levantadas em cima desse “domínio”? Essas e diversas outras perguntas certamente estão em pauta no aguardado Watch Dogs, que trará mais influências da vida real do que podemos imaginar.

Para tentar responder a algumas dessas complexidades, o BJ entrevistou, em caráter exclusivo, alguns membros da cúpula de desenvolvimento do game. Dominic Guay, produtor-sênior, Jonathan Morin, diretor-criativo, Thomas Geoffroyd, gerente de conteúdo da marca, e Kevin Shortt, um dos responsáveis pela história central, gentilmente responderam às perguntas que enviamos a eles para deixar o tema ainda mais presente em nossas discussões conspiratórias.


Além das novidades apresentadas por alguns desses nomes no Twitch oficial da Ubisoft no final de tarde desta sexta-feira, confira abaixo a entrevista na íntegra e tire suas próprias conclusões sobre o tema!

As cyberatividades têm sido um assunto recorrente nas notícias. Nos últimos anos, ouvimos muito sobre o Anonymous, o WikiLeaks, a sabotagem industrial, vírus poderosos e espionagem. De que maneira esses fatos contribuíram para criar o mundo de Watch Dogs? Como veremos esses elementos na história e no gameplay?

Dominic Guay – fazer uma nova IP, como Watch Dogs, é um processo longo. Começamos a elaborar nossa visão no começo de 2009. A atual época em que vivemos, com uma natureza hiperconectada e que afeta o nosso cotidiano, foi a principal inspiração para nós. Nos concentramos em mostrar como essa tecnologia está criando novas vulnerabilidades a serem exploradas e maneiras de se fazer vigilância... E demos essas habilidades ao jogador.

Toda semana, constatamos novos elementos que estão diretamente ligados a esses assuntos, e tenho certeza de que isso continuará interferindo em nossas vidas e em nossos debates nos próximos anos. São elementos que servem como um material de referência fascinante para nós.



Vivemos num mundo ultraconectado. Estamos sempre com nossos smartphones em mãos, online, com arquivos armazenados na nuvem e quase todo tipo de informação passa por essa gigante rede – e isso pode ser arriscado. O escândalo da NSA é um exemplo perfeito. Seria o CtOS [sistema operacional central de Watch Dogs] uma espécie de crítica a essa sociedade, que depende cada vez mais e mais da tecnologia, colocando de lado seus próprios direitos e privacidade?

Dominic Guay – todos os hackings que são possíveis em Watch Dogs são baseados naqueles do mundo real. Nosso interesse é mostrar como a tecnologia do cotidiano, que está à nossa volta, como as cidades interconectadas estão abrindo novas vulnerabilidades. Damos essas fraquezas ao jogador e permitimos que ele as utilize na aventura proposta.

Expandimos o nível de integração e interdependência dessas novas tecnologias de forma sutil instalando o CtOS dentro da nossa Chicago. Esse sistema operacional central se aproxima bastante de muitas iniciativas atualmente sendo implementadas no mundo para melhorar a eficiência e a qualidade de vida em grandes cidades.

Esses elementos trazem à tona diversas questões: privacidade, vigilância, vulnerabilidades de tecnologia concebidas para melhorar nossas rotinas etc. É claro que não estamos julgando a tecnologia, não estamos tentando ser moralistas sobre tais questões, somos todos tecnófilos aqui! A tecnologia, assim como a maioria de outras coisas, pode ser boa ou ruim dependendo de quem a utiliza... E por quais motivos utiliza.

Tudo no mundo de jogo parece bastante convincente. Por que vocês escolheram criar um cenário realista assim em vez de algo mais futurista, por exemplo?

Jonathan Morin – Watch Dogs é mais verossímil e plausível do que uma ficção científica ou algo fantasioso. A equipe se inspira naquilo que cada um é como um indivíduo e na sociedade em que vive. Eu acredito que por esse motivo seja tão difícil definir exatamente o que Watch Dogs é.



Sinto da equipe uma enorme inspiração e um desejo de fazer algo relevante. É isso que torna esse jogo tão especial. Estamos nos esforçando bastante para assegurar que o mundo seja plausível e ofereça uma experiência visceral.

Aiden é um protagonista que usa o CtOS, o sistema que controla tudo em Chicago, para fazer aquilo que ele julga ser correto. Mas isso não mostra esse cyberativista como um herói também? Assim como Aiden, grupos como Anonymous e LulzSec exploram brechas no sistema e em websites para mostrar a que vieram.
Thomas Geoffroyd – um herói, por definição, é alguém que está lutando para organizar as coisas, e seu único propósito é modificar o mundo ao redor dele. Os “hacktivistas” são da mesma espécie, e tudo depende de como alguém considera o estado das coisas como justas. Esse é o prisma que avalia se suas ações são positivas ou negativas.

O símbolo do Anonymous – a máscara de Guy Fawkes – é provavelmente a melhor maneira de ilustrar esse fato. Essa máscara foi popularizada pelo filme “V de Vingança”, que se refere a um herói que luta contra um sistema ditatorial. Mas a verdadeira história daquela noite de pólvora é bem diferente, uma vez que o principal objetivo de Fawkes era restaurar o Catolicismo na Inglaterra.

Temos, ao mesmo tempo, um herói e terrorista. Dentro do jogo, toda a cidade vai reagir diante das ações do jogador através de um sistema de moralidade, portanto, o status “positivo” do protagonista não é algo dado a ele. Assim como o hacktivismo na vida real, isso está sujeito à percepção do público e de que maneira as pessoas sentem as coisas acontecerem.



Vocês podem falar um pouco mais sobre o personagem Aiden em si? Por que ele decidiu usar essas brechas no CtOS para lutar contra o crime? De onde ele vem e o que quer?

Kevin Shortt – Aiden nasceu no norte da Irlanda, mas imigrou para Chicago ainda jovem. Foi lá que ele aprendeu a se virar, a manipular pessoas. Ele não é um homem que revida um agressor com violência.

Conforme Aiden cresceu, a internet começou a dominar o cenário, e o personagem aprendeu a engenharia de se infiltrar em qualquer sistema. Então, quando o CtOS foi lançado, transformando Chicago numa cidade pequena, Aiden viu oportunidades. Infiltrar-se no sistema poderia dar ao protagonista uma vantagem sobre qualquer um. E essa é uma vantagem que ele vai explorar.

Até agora, não sabemos quase nada da história de Watch Dogs. Ainda não sabemos quem serão os inimigos – quem ou que organização estará diante do herói. Há alguma informação sobre isso?

Kevin Shortt – Watch Dogs não é um jogo com um único vilão. É um game de confiança, mentiras e segredos. Achar seu verdadeiro inimigo não é sempre uma linha reta. No entanto, o CtOS é definitivamente um adversário-chave no jogo. Quando [Aiden] Pearce invade o sistema pela primeira vez, ele faz isso para proteger sua família. Porém, quanto mais se infiltra na rede, mais Aiden percebe que há alguma outra coisa acontecendo. E Blume, a corporação que opera o CtOS, não vai ficar sentada de braços cruzados enquanto alguém invade seu complexo sistema.

*A pauta e as perguntas da entrevista foram elaboradas pelo redator Durval Ramos

Fonte: BJ

5 de mar. de 2014

PlayStation 4 passa da marca de 6 milhões de consoles vendidos


 Reprodução/Sony

A chegada do PlayStation 4 em terras nipônicas na semana passada fez com que o console recebesse um significativo impulso de vendas – e hoje ele já passa da marca das 6 milhões de unidades comercializadas.

Mais de 370 mil consoles foram vendidos desde 22 de fevereiro, e hoje (no aniversário de lançamento do PlayStation 2!) foi divulgado pela Sony o novo número de aparelhos comprados pelos jogadores — em 8 de fevereiro, esse número girava em torno de 5,3 milhões.

No total, os 6 milhões de consoles foram comprados em 57 países ao redor do mundo. Quanto aos jogos, aproximadamente 14 milhões de títulos foram comercializados, sejam em versões físicas ou digitais. O título de maior sucesso no momento é Killzone: Shadow Fall com 2,1 milhões de unidades vendidas — seguido de Knack, Call of Duty: Ghosts, FIFA 14, Battlefield 4 e Assassin’s Creed 4: Black Flag. Algumas informações interessantes também foram divulgadas com o anúncio do número de vendas:

  • Cerca de 90% dos PlayStation 4 dos Estados Unidos estão online;
  • 100 milhões de compartilhamentos foram realizados pelo botão Share;
  • 3,6 milhões de transmissões pelo PS4 até o momento;
  • Usuários do PS4 são responsáveis por quase 20% das transmissões do Twitch.
Com os números atuais do mercado, o PlayStation 4 passou o Wii U em número de vendas (que possui aproximadamente 5,8 milhões de unidades comercializadas) e deixou o Xbox One mais para trás (que possui aproximadamente 4 milhões de unidas vendidas).

Fonte: BJ

Dishonored 2 será anunciado na E3 deste ano?



Reprodução/All Games Beta


Uma imagem de fontes não identificadas está circulando na internet com um suposto teaser de Dishonored 2. A imagem fotografada por alguém diz: “Testemunhe o anúncio completo na E3 2014!”. Logo abaixo podemos visualizar uma logo do que parece ser uma águia e uma frase com a hashtag #DarknessOfTyvia.

O nome do estúdio Arkane pode ser visualizado no canto inferior esquerdo, enquanto do outro lado encontramos o nome da Bethesda Softworks. Já sabemos que o estúdio Arkane está trabalhando em algum projeto grande (que muitos apostam ser Dishonored 2), porém poucos detalhes foram divulgados do envolvimento da Bethesda no projeto.

Apesar das poucas informações divulgadas até o momento, todos presumem que uma sequência de Dishonored é quase certa, especialmente porque o game superou as expectativas de vendas e do público, sendo muito bem aceito (confira nossa análise do jogo aqui). De qualquer modo, a E3 de 2014 acontecerá nos dias 10, 11 e 12 de junho em Los Angeles e nós poderemos confirmar ou não esse rumor.

Fonte: BJ

Heroes of the Storm seleciona jogadores para versão Alpha



A Blizzard informou nesta semana que vai começar a convidar alguns poucos usuários do Battle.net para testar a versão alpha do game Heroes of the Storm. O foco, neste primeiro momento, é colocar à prova a infraestrutura e as tecnologias utilizadas no jogo.

Batizada de “Technical Alpha” a fase, segundo os desenvolvedores, já apresenta o núcleo central do que o jogo vai oferecer futuramente. Entretanto, eles ressaltam que os trabalhos ainda estão em uma fase inicial de desenvolvimento. Por conta disso, a ideia é usar esse período para testar como a infraestrutura vai funcionar de acordo com os variados tipos de conexão.

O número de participantes nesse primeiro momento é restrito e serão selecionados apenas usuários residentes nos Estados Unidos. Heroes of the Storm estará disponível para Mac e PC. O multiplayer online deve combinar os heróis dos títulos Warcraft, Diablo e StarCraft.

Além disso, nesta semana a Blizzard liberou também um vídeo, com 17 minutos de duração, que mostra o diretor da franquia, Dustin Browder, jogando Heroes of the Storm com outros desenvolvedores.

Fonte: BJ

 
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